quarta-feira, 10 de abril de 2013

Crime premeditado "Caso da mulher ketchup"


O homem envolvido em um "assassinato forjado" na cidade de Pindobaçu-BA, norte da Bahia, usando ketchup, foi recapturado após fugir com outros 10 presos da delegacia de Senhor do Bonfim, no interior do estado
O crime, no ano de 2011, ganhou repercussão como "caso da mulher ketchup"
Segundo o delegado, o preso foi localizado em Pindobaçu e foi encaminhado para a carceragem do complexo policial de Senhor do Bonfim.
Na época, segundo o delegado Marconi Almino de Lima, responsável pelo caso, Carlos Roberto foi indiciado por crime de estelionato por ter "enganado" a mandante do suposto crime para ficar com o dinheiro dela.
Uma mulher procurou a delegacia da cidade alegando que R$ 1 mil teriam sido tomados em assalto por um homem.
Ao encontrar o suspeito, a polícia descobriu que o homem tinha sido contratado pela mulher para assassinar uma pessoa, o homem optou por não cometer o crime e decidiu encenar a morte usando molho de ketchup e uma faca. Em seguida, ele tirou uma fotografia da 'morta', entregou à mandante como prova da ação e recebeu o pagamento. A trama foi descoberta quando a mulher que deveria estar morta foi avistada pela mandante, na feira da cidade, aos beijos com aquele que seria o seu assassino o homem alegou na época que teria aceito o serviço porque estava sem emprego e precisava de dinheiro. No entanto, ao perceber que a vítima era sua “conhecida”, resolveu bolar o plano.
Para dar mais realidade à fotografia apresentada como prova do crime, o homem levou a vítima para um matagal, amarrou seus braços e pernas e a amordaçou, além de inserir uma faca entre o braço e o peito da mulher, simulando um esfaqueamento. O ketchup serviu para forjar o sangue.
Segundo o delegado Marconi explica que um crime de tentativa de homicídio, por exemplo, foi descartado porque a situação não foi consumada. A mulher que seria vítima foi indiciada por estelionato.

Fonte: G1

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