quinta-feira, 7 de março de 2013

Deputado comparou a “homossexualidade à zoofilia”. Quer amar a vaca... Ame.


 O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi eleito  presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.
“Se caso houvesse cometido o crime de racismo teria de pedir perdão para a minha mãe que, apesar de não ter a cor negra, tem o sangue negro, os lábios negros. O coração dela é negro, assim como eu também sou”, disse, logo após ser eleito.
Alguns parlamentares abandonaram a sessão antes do início da coleta de votos. O primeiro a sair, Jean Wyllys (PSOL-RJ), anunciou que não integrará mais a Comissão de Direitos Humanos. “Isso é uma farsa, uma manobra para destruir a comissão”.
“A responsabilidade é toda do Henrique Eduardo Alves. Ele restaurou a ditadura. Isso significa que essa Casa vai ser a do massacre. Massacre ao negro, ao índio, ao quilombola.” afirmou, chorando. O presidente Domingos Dutra (PT-MA)
A deputada Érika Kokay (PT-DF) questionou a legalidade do ato convocatório, que não explicitou que a reunião seria a portas fechadas, de forma a evitar a entrada de manifestantes. 
“Não aceito”. Se o povo brasileiro não pode entrar no plenário, isso é ditadura.
O deputado Takayama (PSC-PR), por exemplo, ao tentar amenizar a situação, acabou complicando-a ainda mais: comparou a homossexualidade à zoofilia. “Nós amamos o homossexual, o ser humano. Se o indivíduo quer amar a vaca...”, disse. “Nós amamos o pecador”.


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