quinta-feira, 28 de março de 2013

Professora é agredida socos e ponta pés pelo pai de uma aluna.”Achei que fosse morrer”.


Professores, agressão é crime! Denunciem, procurem uma delegacia e formalizem a denúncia de agressão, não intimidem-se! Somos cidadãos, profissionais e se permitirmos isso, estes ultrajes virarão parte da nossa, já tão árdua, rotina.
Professora é agredida a socos por pai de aluno no município de Ourolândia
No município de Ourolândia, na região de Jacobina, a agressão física contra uma educadora da rede municipal de ensino deixou revoltados os moradores do povoado de Alazão. A professora Suelita Cândida dos Santos, que leciona no Colégio Altino Pereira, foi agredida a socos de ponta pés pelo pai de uma aluna em frente a escola.
Segundo a professora, um homem chamado Dejacir Aprígio, que é esposo da coordenadora do educandário, teria chegado transtornado ao colégio, um pouco antes do início da primeira aula matinal, e partido para agressão. "Ele jogou a moto no chão a partir pra cima de mim, me dando socos no rosto e ponta pés pelo corpo, como se estivesse louco. A minha forte foi o porteiro da escola que agiu rápido e evitou que ele continuasse me batendo. Eu poderia ter morrido de tanto apanhar ali na frente de alunos e professores", relata a vítima.
De acordo com a professora Suelita Cândida, tudo teria começado por uma briga entre dois alunos. Um garoto teria agredido uma coleguinha de classe, que é filha da coordenadora do colégio. "Ela (a coordenadora) veio até a minha sala para tirar satisfação com o garoto. Eu intercedi, e disse que ali, na frente dos demais alunos, não era local para se resolver o problema. Ela não gostou. No dia seguinte, fui surpreendida pelo marido dela que me espancou na porta do colégio", conta a professora.
Socorrida por populares Suelita Cândida foi medicada no Posto de Saúde de Ourolândia  indo em seguida à delegacia da cidade, onde prestou queixa contra o agressor Ela foi encaminhada à Coordenadoria Regional da Polícia Civil em Jacobina, onde a delegada de plantão expediu guia para exame de corpo delito.
Acompanhada de outros professores, Suelita Cândida estava na cidade de Ourolândia para relatar o fato na Secretaria de Educação. "Amanhã, vou está em Jacobina, na Promotoria Pública, na ALPB, e nas emissoras de rádio. Isso não pode ficar impune", desabafou.

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